sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Dança

Estampado na carne, pudor.
A navalha cortando, a dor.
Bailando na pele, suor.

O corpo brando, vibrando.
O sangue correndo, cortando.
O sentimento pulsando, bailando.

A coerência simultânea.
A dança.
A coexistência.

O rumor.
O tumor.
O pavor.
O sepulcro do amor.
O amor estampado na carne, sangrenta.
Bailando no baixo-ventre da humanidade...

Um comentário:

Corso disse...

gostei da condução, e do final crescente...
pra ser declamado...

abrassssssssss